segunda-feira, 25 de junho de 2012

Maxi Colar

Franjas, correntes, pedraria e até penas, hoje vamos falar de um acessório transformador de looks que está super em alta mas muita gente ainda tem dúvidas na hora de usar: o maxicolar.

Os colares são usados desde a antiguidade, começaram como amuletos em épocas remotas e mais tarde passaram a adornar o pescoço e complementar o visual.
Hoje o mercado oferece uma gama enorme de materiais, tipos e preços. Basta escolher seu favorito e incrementar o look básico com esse acessório incrível. Mas atenção: a grande maioria dos homens detesta o maxi colar, então fique atenta ao fator “man repeller“.

Você pode usar maxicolar nos mais variados looks e em diversas situações, inclusive no dia a dia, basta saber a dose certa para cada ocasião. Que tal misturar o clássico jeans + camiseta branca com um colar colorido.
Uma sacada interessante é procurar um colar que encaixe perfeitamente com a gola da blusa.

Experimente combinar o maxicolar com uma camisa, o efeito é lindo e transforma até o visual mais básico como meu jeans + camisa na terceira foto. Nos dias frios que estão chegando, aposte no charme do tricô, deixando a gola da camisa para fora e enfeitando com um lindo colar.
Uma dica: procure usar camisas com o colarinho firme, pois o peso do colar repuxa o tecido e o efeito pode ser desastroso.

Misturar detalhes neon com tons pastel é uma boa pedida: leve e com personalidade. Para “causar” aposte nas cores!


Maxi colar tem para todos os gostos e vale a pena investir em um!!!

Veja mais alguns looks e estilos:



quinta-feira, 24 de maio de 2012

Peles

Coletes e Casacos de Pele

A peça não é das mais fáceis de usar nem de escolher, mas as lojas estão bombando os estoques com colete de pele fake. Para a coisa dar certo, a gente acha que o material precisa ser bom e a dona deve tomar alguns cuidados com o volume.
Se bem usado, o colete te esquenta nesse inverno e acrescenta interesância ao look de um jeito bem atual. Por outro lado, justamente por ser uma peça super hoje é preciso ter cuidado para não ficar com cara de vítima da moda.

É bom pensar no colete como um atualizador do look, uma peça que mostra que você “sabe o que está acontecendo no mundo”, mas que precisa vir combinada de um jeito original, para passar a mensagem de que – para além da modinha – você sabe quem você é.


Textura: Toque que lembra nylon ou pelúcia, fio crespo e aspecto fake demais deixam a peça com cara de feirinha da esquina. Além disso, quanto mais crespo for o pelo, mais volume ele parece ter. Prefira os lisos e suaves.
Pelos: As opções mescladas – que misturam cinza, bege e preto, por exemplo – ajudam a quebrar a dureza da peça porque passam uma sensação de movimento, tirando um pouco o foco do volume.
Já as cores chapadas – colete 100% preto, 100% bege – remetem à algo rígido, denso, aumentando a ideia de volume.

Comprimento: Em relação a tipo físico, os coletes mais curtinhos beneficiam quem é mais mior na parte de cima do corpo e quer disfarçar o quadril larguinho.
Comprimentos alongados – abaixo do ossinho do quadril – são amigos de quem tem peitão ou ombrão. Quanto ao estilo, a gente acha que os longuinhos tendem a ser mais elegantes.
Mix de estampas: Se o colete já tem textura, misturar com outros tipos de textura pode ser bem interessante. Contrapor a fofura estruturada do colete com camisa de seda lustrosinha é super legal, por exemplo.
Já em relação às estampas, listras, gráficas, florais e abstratas podem render looks incríveis.
Animal print 3D: O colete de pele fake funciona no look como um animal print 3D, então, as combinações menos legais de textura são as que trabalham outros animais, formando um blocão safári, tipo colete de pele + oncinha + cobra + zebra.

Cores: Colete malhado, desses que misturam mais de um tom, vai bem com estampa. Colete preto vai bem com coordenação de cores sóbrias e colete marrom vai bem com laranja, vermelho e amarelo.
Marcar a cintura: Se a peça é volumosa, marcar a cintura garante que a gente não vai parecer mais cheinha do que é necessário.
Acontece que marcar a cintura por cima do colete provavelmente vai criar um puf em cima do cinto e outro embaixo. Como se for pra ter puf a gente prefere adquirí-lo comendo, a estratégia é marcar a cintura antes de colocar o colete ou escolher um modelo de colete mais ajustadinho.
Uma ideia boa seria vestidinho, cinto por cima do vestido e colete abertinho por cima de tudo. A composição vai criar um corredor polonês de magreza bem no centro do seu corpo. Se a peça debaixo – no caso, o vestido – for chamativa, melhor ainda porque o corredor ganha destaque sobre as muralhas de fofura do colete.

Combinações que todo mundo está fazendo: Para não ficar com cara de seguidora de modinha, o ideal é fugir das composições mais óbvias: aquelas que todo mundo está fazendo, como colete de pele fake com calça jeans e camiseta branca ou preta, por exemplo.
Boas combinações: Colete mais longuinho vai bem com shortinho curto, calça pantalona ou com vestido acima do joelho. Já colete curto vai bem com calça mais curtinha ou saruel.
Como a pele remete à algo luxuoso, a gente acha mais legal combinar com peça com cara de conforto e fim de semana para trazer a mensagem de que é possível resgatar o glamour para o dia a dia. Peças que casam com esse discurso são calça de plush, vestidinho floral com manga e uma botinha, top de malha bem soltinho, tênis ou camiza xadrez (fazendo uma vibe lenhador).